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[Checklist] Qual o melhor curso de inglês?

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Vânia Paula

Mais um ano terminando, outro chegando e o ciclo se repete.

Todos os dias tem postagem nas redes sociais de gente pedindo indicação e perguntando: Qual o melhor curso de inglês?

E os comentários seguem cheios de indicação de cursos e professores.

Sem dúvida alguma, a indicação o boca a boca é uma excelente forma de maximizar o seu acerto na hora de escolher um curso de inglês, mas indicação não deveria ser a única variável a se considerar em uma hora como essa.

Se você quer ser certeiro na hora de decidir qual é o melhor curso de inglês, eu recomendo que você faça uma lista de prós e contras.

Separei 7 pontos de atenção para você colocar na sua lista e então decidir qual é a melhor escolha para você.

1º ponto de atenção: aulas de conversação

➠ Todo mundo aprendeu a falar antes de ler. É por isso que para aprender um novo idioma, não basta assistir um monte de vídeo aulas, não basta apenas saber ler, escrever ou escutar, mas também saber falar.

➠ Inglês se aprende falando. Se você concorda com isso, sabe que a conversação é fundamental para a evolução do aluno. Aí está o primeiro aspecto que você deve observar em um curso de inglês para valer a pena: ter MUITA prática da conversação.

➠ A plataforma ou metodologia de ensino é apenas perfumaria e não ajudam em nada em um curso sem conversação.

➠ A melhor maneira de saber se você está no caminho certo rumo a fluência é perceber que você está entendendo e sendo entendido enquanto conversa em inglês. Se você não praticar conversação, como você perceber evolução?

2º ponto de atenção: aulas em grupo

Muitos cursos que oferecem aulas de conversação têm curta duração e um grupo muito grande de participantes. Às vezes são tantos alunos que mal sobra tempo para você participar.

Para ser produtiva, a aula de conversação precisa ter no máximo três participantes.

Cursos com aulas de conversação com mais de três participantes vão tomar o seu tempo sem entregar o que prometem, porque você vai passar a maior parte do tempo ouvindo os outros falarem, ao invés de realmente falar.

3º ponto de atenção: aulas individuais

➠ A grande maioria dos cursos não têm aulas individuais incluída no escopo, apenas aulas em grupo. Alguns deles fornecem a possibilidade de contratar aulas particulares à parte, encarecendo ainda mais o investimento.

➠ Outro problema são cursos que oferecem aulas curtas. Aulas com menos de 50 minutos de duração são insuficientes e improdutivas, pois não dá tempo de o aluno aquecer os motores, nem do professor interagir com um plano de aula decente.

➠ Cursos sem aulas individuais geralmente promovem a avaliação da pronúncia do aluno por meio de um sistema de reconhecimento de voz inteligente. Por mais que essa tecnologia seja sofisticada, ela não tem 100% de acerto. A verdade é que nada substitui ter o feedback de um professor para te apontar o caminho na hora de melhorar a pronúncia.

➠ Se a cada nova aula você tem contato com um professor diferente, não existe um vínculo entre aluno e professor e ele não consegue acompanhar a sua evolução. Não há como retomar o que vinha sendo praticado na aula anterior, por exemplo. A falta de continuidade e a forma genérica da abordagem prejudicam o ritmo do aluno.

➠ Matricular-se na academia pode até dar resultado, mas fazer aulas com um personal trainer te acompanhando dá muito mais resultado e em menor tempo.

Além de evitar que você faça os exercícios errados ou tenha algum tipo de lesão, o personal vai elaborar um treino personalizado de acordo com suas características e objetivos.

Essa analogia serve para explicar a importância de fazer um curso de inglês com aulas individuais. Elas servem justamente para te proporcionar resultados muito mais rápidos e efetivos.

4º ponto de atenção: cursos tradicionais

➠ Escolas tradicionais são mais caras e demoram mais tempo para trazer o resultado porque são pautadas em um modelo de negócio de mensalidades, ou seja, quanto mais semestres você passar com eles – pagando mensalidades, materiais de estudo e taxas de matrículas -, melhor para eles.

➠ Escolas de inglês têm as aulas e materiais engessados e precisam seguir roteiro. Agora imagina o seguinte: você está planejando uma viagem, precisa fazer uma apresentação no trabalho, participar de uma reunião ou entrevista em emprego em inglês. Não seria melhor focar suas aulas naquilo que realmente importa? Estudar os nomes dos animais ou partes do corpo humano em inglês é uma base boa, mas não é interessante se estiver estudando para uma entrevista de emprego, por exemplo.

5º ponto de atenção: cursos online

➠ É muito comum que o aluno se sinta entediado e acabe desistindo de cursos de inglês com aulas gravadas focado em repetições. É por isso que aulas ao vivo, com interação com professor e outros alunos, são tão importantes, já que são estimulantes e força você a comparecer no dia e hora marcados. Afinal, quando a gente marca um compromisso, automaticamente temos muito mais disciplina para não faltar.

➠ Vídeo aulas meramente expositivas (onde o professor explica o conteúdo), sejam gravadas ou ao vivo, não proporcionam a prática do idioma (conversação), portanto, o aluno só vai ouvir e não vai falar.

ponto de atenção: qualidade

➠ Além da questão da flexibilidade e do preço baixo, é sempre importante avaliar a qualidade do curso. Afinal, de nada adianta pagar barato se as aulas não forem suficientes para garantir um excelente nível de aprendizado.

➠ Cursos baratos apenas com vídeo aulas expositivas (mesmo que ao vivo) ajudam no começo, mas conforme você começa a acumular mais conhecimento sobre a língua, fica mais evidente a necessidade de praticar o idioma para ganhar mais confiança e segurança.

➠ É por isso que a conversação é algo de fundamental importância para a sua evolução. Senão, a tendência é que o aluno se sinta limitado nos estudos, acabe desanimando e parando no meio do caminho.

7º ponto de atenção: coaching para idiomas

Muitos alunos não concluem o curso de idiomas se sentindo confiantes e seguros para falar inglês. Isso ocorre devido a aspectos que vão além da sala de aula e da metodologia. Cada aluno tem suas particularidades e desafios:

➠ Muita gente precisa, mas não gosta de estudar inglês, por isso acaba não tendo disciplina.

➠ Há pessoas que criaram um bloqueio e acham que é difícil, não conseguem fazer nem um mês e já querem sair correndo.

➠ Quantas pessoas você conhece que pagaram escolas de inglês por anos, mas travam na hora de conversar com um estrangeiro?

➠ Muita gente sente vergonha ou tem medo para falar.

➠ Há situações em que a dificuldade de pensar em inglês naturalmente, sem fazer traduções na cabeça, trava o aluno.

➠ Dificuldade em deixar a preguiça ou o cansaço de lado para se dedicar aos estudos é um grande desafio da maioria das pessoas que levam uma vida corrida.

Há dezenas de metodologias para o ensino de idiomas, muitas delas são eficazes, no entanto, elas só trabalham no aspecto “técnico” do processo. Ou seja, a aprendizagem da língua, suas regras, vocabulários e estruturas.

Existem aspectos mentais que nenhuma metodologia de ensino de idiomas trabalha para solucionar, porque elas não foram feitas para isso, não é o objetivo delas.

Por isso, é fundamental incluir uma abordagem que supra os desafios mentais e comportamentais no aprendizado do idioma.

Um bom curso de inglês também deve ser apto a ajudar o aluno superar os desafios abaixo:

Conseguir organizar a agenda para encaixar os estudos na rotina de forma sustentável

Fazer um plano de estudos eficaz para que o aluno perceba nitidamente que está evoluindo

Destravar a fala, proporcionando confiança e segurança para o aluno conversar em inglês

Possibilitar novos hábitos para que o aluno tenha foco e disciplina para estudar

Entre outros (individualidade de cada aluno)

A metodologia do coaching para idiomas e a Programação Neurolinguística são perfeitamente capazes de proporcionar ao aluno o caminho para a solução desses desafios, fazendo com que ele tenha resultados no curto prazo, motive-se com isso e veja o retorno do seu investimento o mais rápido possível.

Dito tudo isso, a próxima vez que fizer essa pergunta: “Qual é o melhor curso de inglês?”, use a tabela abaixo para fazer sua lista de prós e contras e então tomar a decisão da melhor forma possível.

Checklist para definir qual o melhor curso de inglês

Checklist para definir qual o melhor curso de inglês

Agora a decisão é sua. Faça sua lista e avalie qual é a melhor opção para de curso para você.

O que vem agora...

Isso que você acabou de ler foi nosso conteúdo gratuito. Espero que tenha sido útil no seu aprendizado.

Agora, se você busca resultados rápidos na evolução do seu inglês, conheça o nosso curso Fluência Descomplicada.

Ele é focado na prática; por isso, disponibiliza ao aluno cinco encontros semanais para treinar conversação em inglês, com duração de 1 hora e meia cada, totalizando 7 horas e meia de conversação por semana.

Se o aluno precisa tirar dúvidas, praticar sobre um tema específico e deseja avaliar sua evolução, ele também pode contar com as aulas individuais exclusivas entre ele e o professor, que ocorrem uma vez por semana com duração de 50 minutos.

Para traçar estratégias para aprender inglês de maneira eficaz, tirando o máximo proveito disso tudo, o aluno também recebe acesso aos encontros de coaching voltado para idiomas.

Por fim, há a área do aluno, com vídeo aulas e material de apoio em uma plataforma de fácil acesso.

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